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Algumas dicas para fazer a prova de língua portuguesa nos concursos

Olá, duas dicas para a hora da prova: Nas questões relacionadas a textos, o candidato deve ler a questão primeiro para depois ir aos textos, já direcionado para o que a pergunta pede, assim se ganha tempo. É bom o candidato comecar o exame pela prova de português. Pois, tanto os textos quanto as alternativas costumam ser longos, o que demanda muita concentração. Bons estudos

Cujo

Olá, depois de muito tempo consegui me concentrar de novo no nosso lindo idioma!!! Falemos do cujo então, como o nosso querido professor Daniel havia me pedido. Então, o cujo é um pronome relativo em primeiro lugar. Os pronomes relativos têm uma função de retomar um termo antecedente e ligar uma oração subordinada adjetiva a uma oração principal. Por exemplo: "O homem, que está sujeito ao erro, é digno de perdão." O pronome relativo que nessa oração está retomando "O homem", temos duas orações, como se fosse: 1ª O homem está sujeito ao erro. 2ª O homem é digno de perdão. Então percebemos que o que dessa oração tem funçaõ de sujeito, é o sujeito do verbo "está". Já o cujo, também tem função de retomar um termo antecedente, porém ele sempre terá um valor possessivo, funcionando sintaticamente como adjunto adnominal. E ele sempre concorda em gênero e número com a coisa possuída. Exemplo: "...os cordeiros encontram-se nas trincheiras da luta pelo exíg...

Uma mensagem sobre vocabulário

Léxico e vocabulário são dois termos empregados usualmente com a mesma acepção - conjunto de palavras de uma língua, um autor ou uma obra. Modernamente, distingue-se léxico de vocabulário: léxico é um inventário, teoricamente finito, mas dificilmente mensurável, de todas as palavras realizadas e potenciais de uma língua. Vocabulário refere-se apenas às palavras efetivamente realizadas ou empregadas no discurso. Para se comunicar bem, escrever bem é essencial ter um vocabulário rico. Inclusive não só na língua portuguesa. Quando estamos aprendendo outro idioma, o vocabulário é importantíssimo. Não basta só saber as regras gramaticais. Por isso é que o conhecimento de mundo que temos não pode ser ignorado de forma alguma, também é importante. E para isso nada melhor do que ler.

Vamos retomar os estudos: A expressão "É que"

"É que" pode ser uma partícula expletiva, de realce, em frases do tipo: Eu é que não vou fazer isso. Perceba que a expressão "é que" na frase acima, só enfatiza que o sujeito "Eu" não vai fazer isso, essa expressão pode ser retirada do período sem causar prejuízo sintático ou semântico para o período: "Eu não vou fazer isso." Mas cuidado, pois nem sempre essa expressão é partícula expletiva, por exemplo: "A verdade é que a dissertação deve ser impessoal", nesse caso o período é composto, a primeira oração é "A verdade é", que é a oração principal, e a segunda oração tem valor de predicativo, "que a dissertação dever ser impessoal", é uma oração subordinada substantiva predicativa, até porque não dá para retirar o "é que" nesse período, pois fica sem sentido e truncada sintaticamente, ficaria: "A verdade a dissertação deve ser impessoal" = sem sentido. Entenderam? Isso tem caído nos concursos.

Resposta para Anna Gabriela - Tempo verbal

Pergunta: Oi Gabriela! Meu nome é Anna Gabriela e sou aluna do curso p/ MJ no Alub do Venâncio. Acesso bastante o site www.soportugues.com.br e hoje quando fui revisar a matéria de ontem encontrei a seguinte frase: "Ele estudou as lições ontem à noite" como exemplo de Pretérito Imperfeito. Está certo? Na frase, indica que ele concluiu a ação de estudar, mas Pretérito Imperfeito é exatamente o contrário,não é? Uma ação que não foi concluída.Por favor, me responda assim que puder.Obrigada!=] Resposta: Oi Anna, você está certa, na frase "Ele estudou..." tem-se pretérito perfeito. O pretérito imperfeito para o verbo estudar é "Ele estudava..."

Questão sobre crase do concurso do Ministério da Integração

Item: A expressão nominal “D. Fortunata” é empregada, no texto, sem artigo. Por essa razão, caso a palavra em negrito em “deu joias à mulher ” (R.26) fosse substituída por “D. Fortunata”, o acento grave sobre o a que sucede “joias” não deveria ser empregado. O item ficou correto e muito fácil, não é! Pois antes do pronome de tratamento informal "Dona" pode-se ou não colocar artigo. Como se fosse assim: A Dona Fortunata é empregada ou Dona Fortuna é empregada, percebeu que na primeira frase tem artigo antes de "Dona" e na segunda não tem, e não há mudança nenhuma no sentido da frase. Então, no item acima, foi informado que no texto não foi empregado artigo antes de "D. Fortunata". Na frase "deu joias à mulher" tem crase porque alguém deu joias a alguém e esse alguém é a mulher, houve fusão da preposição a, que o verbo deu está pedindo, com o artigo a que tem antes de mulher. Já com "D. Fortunata", não tem artigo para fundir com a p...